“Sensível pra cacete, maldosa na mesma intensidade, feliz de andar cantando e depressiva de nunca achar que uma janela é só uma janela. E cheia de manias bem estranhas… Eu sou sim a pessoa que some, que surta, que vai embora, que aparece do nada, que fica porque quer, que odeia a falta de oxigênio das obrigações, que encurta uma conversa besta, que estende um bom drama, que diz o que ninguém espera e salva uma noite, que estraga uma semana só pelo prazer de ser má e tirar as correntes da cobrança do meu peito. Que acha todo mundo meio feio, meio bobo, meio burro, meio perdido, meio sem alma, meio de plástico, meia bomba. E espera impaciente ser salva por uma metade meio interessante que me tire finalmente essa sensação de perna manca quando ando sozinha por aí, maldizendo a tudo e a todos. Eu só queria ser legal, ser boa, ser leve. Mas dá realmente pra ser assim?”
— Tati Bernardi.
Duas pessoas que se gostam fazendo putaria juntos é a coisa mais linda do mundo, não importa o que digam.
O silencio não é tão ruim, até eu olhar para as minhas mãos e me sentir triste, porque os espaços entre os meus dedos são bem onde os seus se encaixam perfeitamente.
Todo celular deveria perguntar: ‘Tem certeza absoluta que quer mesmo mandar essa sms?’ antes do envio real. Ou: ‘Aperte 1 se está sóbria, aperte 2 se está bêbada, aperte 3 se acha que não está boa ainda…
Talvez eu esteja certa, talvez eu esteja errada mas sigo meu coração sigo a minha mente, no começo parece dificil dar ouvidos aos dois mas um dia eles se acertam, entram em sincronia. Eu os sigo, pois eles se resumen a mim. Fernanda Meotti